ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 02/06/2021

Ao examinar os dados da questão publicitária para o público infantil, verifica-se que se trata de uma perspectiva não só política, mas também de ética. A resolução causou uma grande problemática que envolve as ONGs de defesa dos direitos das crianças e  empresas que são convenientes a continuar com as propagandas dirigidas a esse público, já que limita a comunicação com o futuro consumidor.

De início, considerada revolucionária para os meios de comunicação desde 1969 quando foi criada, a Internet possui um alcance e versatilidade que abrange todas as faixas etárias. A esse respeito, é de bom senso dos pais de crianças abaixo de 14 anos que supervisem e controlem o que elas tem acesso, já que nenhum período da infância, o senso crítico não é completamente desenvolvido e os pequenos podem facilmente ser enganados ou persuadidos a conteúdos compras por meio da publicidade.

Ademais, o Brasil é regido por um sistema de capital que visa o lucro e a publicidade movimento muito dinheiro no país, como foi publicado pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade, estimando uma queda de 5% de participação da publicidade infantil no mercado do setor. Sendo assim, as empresas quando limitadas querem reverter a decisão, mas o governo deve regulamentar a veiculação do conteúdo exposto.

Dessa forma, fica claro concluir que o Governo Federal deve não somente considerar abusiva a publicidade que utiliza da anfibologia ao público infantil, mas penalizar as empresas e direções criativas que não respeitarem a determinação dessa resolução, através de multas que cubram o necessário para ajuda na educação do país. A importância da limitação de conteúdos à crianças preserva a integridade e respeito delas, as empresas devem seguir as palavras de Sócrates, que disse ‘‘Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.’’