ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 09/09/2021
A publicidade infantil esteve presente no Brasil por um longo período, principalmente durante os anos 90. Porém, o Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) promoveu a considerou proibição tal modo de propagada por se tratar de uma prática abusiva através da alienação, incentivando o consumismo exagerado e o individualismo entre os jovens. Mas isso realmente fez com que as crianças deixassem de ter a influência da mídia?
Na contemporaneidade, com o avanço da “internet”, a divulgação de produtos infantis saiu da televisão e passou a ser disseminada em plataformas “online” como o YouTube. Com isso, várias empresas aproveitam as vantagens dessa forma de ilegalidade para promover propagandas indiretas através de adultos e até mesmos pelo próprio público alvo, as crianças. Além disso, também é possível encontrar tal propagação em mercados ou lanchonetes, onde o uso de personagens infantis gera influencia ao consumo de comidas industriais.
Contudo, mesmo com os problemas causados por esse tipo publicidade, como o consumismo, a irresponsabilidade ambiental e a influência na obesidade infantil, no Brasil não existem leis nacionais com relação a tal problema. Todavía, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), se faz presente por meio do controle de propagandas, ainda que não consiga fiscalizar toda a mídia nacional e impedir as diversas maneiras de propagandas ilegais feitas pelas empresas.
Portanto, é notável que a propaganda infantil é prejudicial para a saúde física e psicológica das crianças, além de contribuir para a destruição acelerada do meio ambiente. Logo, o Estado, o Conar e as Organizações não Governamentais, devem promover a criação de leis nacionais para esse problema, por meio de uma maior fiscalização sobre a mídia e multas em casos de infração, para que as crianças não passem desde cedo pelo processo de alienação promovido pela sociedade capitalista. Adicionalmente, o Governo nacional deve tornar obrigatório e ensino das necessidades e problemas gerados pelo consumo exagerado em escolas através de profissionais preparados para tal assunto visando a melhoria da educação de consumo.