ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 26/10/2021
“Nossas crianças, desde a mais terna idade, são ensinadas a serem clientes.”: Frase descrita pelo ambientalista Ailton Krenak, que demonstração á realidade em que os cidadãos estão inseridos em pleno século 21, a realidade da era do consumismo, em que as armas mais usadas para ele são as propagandas, servindo como modo de persuasão direcionado as compras. E as crianças por terem sua inocência e vulnerabilidade acabam sendo suscetíveis a esse abuso publicitário tanto na televisão como na internet.
No Brasil e no mundo os métodos utilizados para o marketing são essenciais para garantir o lucro de determinada empresa, assim algumas delas usam o grupo mais influencíavel para ter vendas, que consiste no público infantil. Trazendo em suas propagandas personagens infantis, cores e linguagem direcionada as crianças, o que torna uma violação, já que esse tipo de comunicação é focalizada a um grupo em desenvolvimento, que não tem capacidade de discernir a verdadeira intenção do anúncio que é apresentado.
De modo que a propaganda é um tipo de gatilho que influência a aquisição de um produto, que muitas vezes pode trazer resultados insatisfatórios, como por exemplo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde.) cerca de 41 milhões de crianças são afetadas com a obesidade infantil, impulsionada principalmente por comerciais de “guloseimas”. Outros problemas também são perceptíveis como o estresse familiar para garantir o produto, estimulação da violência, distorção de valores, erotização precoce por utilizar comportamentos da fase adulta, entre outros. Sendo uma prática antiética.
De acordo com isso, o CDC (Código de Defesa do Consumidor.) define que a publicidade direcionada a criança se aproveita da deficiência de julgamento, sendo abusiva e ilegal. Há uma lei com a proibição da prática da propaganda infantil, porém em alguns locais de comunicação a prática é burlada. Por tanto o papel da família e do âmbito social é importante para incetivarem a discurssão da influência do marketing e da vulnerabilidade em escolas e creches da maneira que as crianças possam entender. Junto a denúncia de qualquer tipo de exposiçao infantil na comercialização de produtos para a CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.). Además o Estado deve punir e censurar as empresas que manipulam a fragilidade infantil para seu crescimento econômico.