ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 09/01/2022

EU QUERO

Um exemplo de publicidade infantil foram as propagandas do partido nazista, em que crianças eram influenciadas a crer no nazismo como certo através das muitas alegorias incitantes. Paralelo a isso, o cenário hodierno está em um cabo de guerra sobre a questão da permissão ou proibição de campanhas direcionadas a esse público, pois se tratam de futuros consumidores, que por conta da inexperiência da idade não entendem todos os aspectos do consumo além do “eu quero” levando a compradores ociosos.

Deve-se salientar que, a causa do impasse está relacionada diretamente a ingenuidade dos clientes. Já que, na infância o cérebro humano ainda está em formação, por consequência, é mais susceptível aos estímulos. E a ausência de juízo de valores em relação à preço, origem e real necessidade.

Em decorrência disso, os pequenos compradores caminham para uma geração consumista e desmedida. Consequência da falta de instrução, gerando pessoas que pensam no “eu quero” e não no “eu preciso” que se insatisfazem com o que possuem rápido demais. Formando um ciclo vicioso de compra e descarte.

Evidencia-se, portanto, que a publicidade infantil carece de controle. Como medida a CONANDA formaria uma parceria com a CONAR para análise do que pode ser transmitido pelos veículos de comunicação sem afetar as crianças, por meio de contratos com o Governo Federal reconhecendo a legitimidade dos órgãos. Tais medidas visam combater o problema de forma precisa e democrática.