ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 05/05/2024
É notório que após a ascensão do capitalismo no Brasil - e no mundo - o uso de propagandas infantis foi maximizado, porquanto o mesmo gerou fidelidade aos produtos desde a idade jovem. Desse modo, destaca-se - dentre outros fatores - um grave problema de falta de defesa dos direitos das crianças no país por parte do governo, o qual se vê quase que impossibilitado de agir por seus meios. Em vista disso, há de se criar alternativas que gerem uma forma eficaz de reprimir a inadequada propagação da publicidade infantil no Brasil.
Em primeira análise, vale se destacar a ausência de medidas governamentais para combater a publicidade infantil no Brasil. Nesse sentido, Tal empecilho irá permear entre a sociedade e culminar uma série de problemas a exemplo da criação de crianças com comportamentos de compra impulsiva, materialismo infantil, pressão social, comparações constantes, entre outros… Essa conjuntura, segundo as ideias da psicóloga e ativista Susan Linn configura-se como uma falta de preservação da infância como uma fase livre de influências materialistas, desse modo, Linn afirma que “A infância deve ser um tempo sagrado e protegido da exploraçao comercial”, infelizmente, é evidente que no governo brasileiro as crianças não estão livres de tais influências externas.
É necessário, portanto, a criação de alternativas a fim de combater tais obstáculos. Para isso é imperscindível que o governo, por intermédio de campanhas, debates ou palestras, estabeleça padrões de publicidade ética, de modo que, consequentemente, fiscalize e penalize infrações ao criar um órgão regulador que monitore as publicidades que serão expostas, a fim de promover um ambiente comercial livre de menores, assim como da influência indevida do marketing, preservando a capacidade das crianças de se desenvolverem de maneira saudável. Desse modo, o governo desempenhará eficazmente seu papel em proteger a infância dos pequenos, tal como afirma Susan Linn.