ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.

Enviada em 20/05/2024

No modelo capitalista atual, onde o consumo é a força motriz da economia, existe um grande apelo para venda de produtos e serviços. Observa-se, dentro deste contexto economico, onde a venda é algo crucial uma manipulação das emoções dos compradores na intenção de angariar mais vendas. Fazendo uso do subjetivo, associando seus produtos, a valores e sensações- criando assim uma necessidade artificial no comprador.

Tendo em vista esse fator, a publicidade destinada ao público infatil, que se-trata de um grupo mais vunerável ocasiona em uma serie de danos a esta comunidade. Por exemplo, a proliferação da cultura consumista, além de danos à saúde alimentar infantil, por conta das redes de comida rápida.

Nesse sentido, a publicidade infantil em redes de “fast foods” acaba por trazer sérios ricos à saúde da criança. Dentro desse âmbito, cabe o exemplo da rede de alimentos Mc Donalds, que tem uma forte publicidade voltada para as crianças com seu lanche Mc Lanche Feliz- oferecendo brinquedos atrativos na compra deste. Porém, esse grupo não possuem a capacidade de discernimento completamente formada, por conta disso, acabam consumindo esses lanches de alto valor calórico e baixo valor nutricinal, item esse fundamental no período da infância. Portanto, o consumo de lanches gerado pela publicidade infantil pode acarretar em problemas de sobrepeso nas crianças, além de contribuir para o pensamento consuminsta, atribuindo sensações e emoções a este produto.

Em seguda análise, o produto vendido pela rede Mc Donalds já associa a felicidade ao consumo do lanche colocando o nome deste de ,Lanche Feliz, trabalhando no campo subjetivo do pensamento do consumidor. Consequentemente, alimentando o desejo consumista nas crianças, contribuindo assim, para uma sociedade dependente da mercadoria e extremamente vinculada ao consumo.

Portanto, a publicidade infantil, em especial dentro do setor alimentício acaba por causar danos à saude física e mental dos consumidores. Por conta disso, cabe ao poder legislativo, por meio de uma emenda constitucional, promover leis que proibam a propagando direcionada ao público infantil, para que assim, tanto o físico quanto o mental deste grupo sejam assegurados pela costituição.