ENEM 2014 - 1ª aplicação - Publicidade infantil em questão no Brasil.
Enviada em 04/03/2025
O filósofo John Locke afirma que a função principal do Estado é garantir os direitos naturais, como a vida, a liberdade e a propriedade. No entanto, no Brasil, a realidade demonstra que a ausência de políticas públicas eficazes em relação à publicidade infantil no Brasil compromete a proteção desses direitos fundamentais. Dessa forma, a falta de ações concretas do Estado para resolver os direitos das crianças reflete um cenário de injustiça e desigualdade que precisa ser enfrentado.
Inicialmente, é importante destacar o conceito de contrato social, proposto por Rousseau, que estabelece que o Estado deve garantir o bem-estar de todos os cidadãos. No entanto, a negligência estatal no direitos das crianças tem contribuído para a perpetuação da influência no comportamento de consumo, o que rompe o contrato social. Além disso, o descaso em relação ao desenvolvimento cognitivo agrava o desenvolvimento da criança, demonstrando a ineficiência das instituições responsáveis.
Ademais, a Revolução Industrial, ocorrida no século XIX, serviu como um marco histórico de grandes mudanças sociais e econômicas, que afetaram diretamente as condições de vida das pessoas. No Brasil atual, a falta de avanços e modernização em relação a publicidade infantil, reflete o mesmo abandono sofrido pelas classes mais vulneráveis durante aquele período. Dessa maneira, a ausência de regulações eficazes contribui para a vulnerabilidade infantil, perpetuando um ciclo de injustiça.
Portanto, é necessário que o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Educação e outras instituições, implemente um programa nacional de conscientização e inclusão acerca da publicidade infantil. Essa medida deve incluir palestras e debates nas escolas, além de campanhas midiáticas para sensibilizar a sociedade sobre a publicidade infantil em questão no Brasil. Além disso, a mídia deve desempenhar um papel ativo, divulgando essas ações e incentivando a reflexão social. Assim, será possível construir um Brasil mais justo e igualitário.