ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enviada em 09/09/2026

A música “Mulheres de Atenas”, de Chico Buarque trata sobre a submissão psicossomática feminina ateniense e fala da omissão perante os próprios maridos. Trazendo para a atualidade, fica evidente a similaridade em diferentes épocas, no Brasil cada vez mais as taxas de viôlencia contra mulheres tem crescido com variações hediondas. Nesse viés, é formas de combater tais crimes e como obter formas para protejer as vítimas que são violentadas e denunciam os autores.

Em primeira análise, é essencial relembrar que a violência contra mulheres não se restringe ao campo físico, a mesma pode ser psicológica ou sexual. Nesse prisma, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública apurou que cerca de 40% das brasileiras já sofreram alguma violência ao longo da vida. Empossado de tais informações, o Ministério Público tem responsabilidade no âmbito de cumprimento da Lei Maria da Penha, que determina a punição dos autores dos crimes já referidos, em toda a Pátria é necessário uma maior fiscalização da violência feminina, nao se resumindo aos orgãos públicos, mas tambem da própria sociedade para denunciar os casos da comunidade local ou oferecer ajuda e apoio as mulheres agredidas.

Ademais, as cidadãs que passam por violência em grande parte não denunciam os agressorem temendo represálias dos mesmos. De acordo com a CNN Brasil, cerca de 90% das mulhres violentadas não buscam ajuda após o crime. A partir disso, é necessário a difusão popular sobre a Central de Atendimento a Mulher (Ligue 180), esta oferencendo ajuda que levam as autoridades trazendo proteção, entretanto a proteção muitas vezes oferecidas são falhas no âmbito de segurança pessoal, onde em diversos casos o agressor tem sucesso em retaliar, onde essa comumente termina em feminicídio, esse aspecto requer uma proteção policial durante todo o tempo que estiver decorrendo um possível julgamento do agressor .

Discorrido os temas, é de suma importância que o Estado, na figura do Ministério de Justiça e Segurança Pública constitua novas formas de proteção para brasileiras que são violentadas, nesse viés, campanhas publicitárias em programações diárias da rede televisiva é uma grande arma de conscientização de grandes massas, assim como a implementação em todo o território do já existente “Botão do Pânico” que é uma das ferramentas que mulheres agredidas têm de pedir ajuda imediata à polícia.