ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enviada em 20/11/2019

Introduzir uma citação do médico Drauzio Varella, contida em seu livro “Presidiárias”, “mais de 60% das prisioneiras entraram no mundo do crime em 2015 por influência de um familiar, namorado ou marido. Portanto, o homem ameaça o gênero feminino de morte quando contrariado”. Em defesa desse argumento, existe a tese dos fatores infância negligenciada, falta de orientação mais convivência com pares que vivem na marginalidade que fomentam a persistência da violência contra elas na sociedade brasileira do ano 2015.

Um primeiro ponto de vista neste tema, a violência contra a mulher na sociedade brasileira,  a revista Veja informa que, mulheres com a infância negligenciada tem alto índice que foram abusadas moral e fisicamente por um membro familiar antes dos 15 anos de idade (estupro de menor).

Em segunda análise sobre essa temática, a falta de orientação firme que imponham limites aos adolescentes. Em levantamento recente, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostrou que 76% das meninas abandonam a escola de dez a dezessete que tiveram filhos largaram a escola.

Terceira avaliação persiste na convivência com pares que vivem na marginalidade que fomenta o tráfico de drogas, latrocínios, estelionatos, sequestros, assassinatos. Na penitência, as mulheres com pais envolvidos em crime e a dependência de álcool e cocaína ficam sujeitas a violência doméstica, maus-tratos nas ruas, a interromper os estudos e estupros em idade de brincar com boneca.

Portanto, existe medidas necessárias à serem tomadas pra defender a mulher brasileira da violência social com ajuda da polícia. Primeiro, os familiares da vitima devem denunciar o infrator. Segundo, organização familiar para evitar filhos na menor idade. Terceiro, a mulher negligenciar contato com par que vive na marginalidade. Afinal, a própria comunidade deve tomar iniciativa em banir o crime organizado dos lares e das ruas. Assim, resultando em proteção dos direitos das mulheres.