ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enviada em 22/11/2019
Segundo Dráuzio Varella em seu livro Prisioneiras, “as mulheres são violentadas ainda quando crianças estupradas e agredidas psicologicamente sem a menor medida protetiva”. Em consentimento com esse argumento existe a tese que a violência e fomentada pela falta de educação fornecida de maneira precária pelo Estado e ausência de auxílio sócio econômico para pessoas pertencentes a classe baixa com poucos recursos financeiros em que a violência persiste.
Em primeira análise, é preciso ler em revistas e jornais que o número de mulheres que saem da escola e não retornam por causa de uma gravidez repentina, morte ou aprisionamento de um parente é grande. Assim, dados estatísticos revelam a falta de educação um agravante que as torna mais susceptíveis ao crime organizado. Inclusive, se tornar traficante para sustentar um filho, irmão, pai e mãe até mesmo, basicamente ser vítima de violência doméstica que todos estão cansados de ouvir falar.
Em segundo ponto de vista, reside no fato de mulheres que pertencem a classe baixa, estão destituídas de recursos matérias para arcar com a própria vida e dos familiares, fato que os homens enfrentam com abandono e vazão do próprio lar. Portanto, muitas pessoas de classe baixa, aderem ao tráfico de drogas, maquinas caça níquel, roubo e sequestro para assim incluir a mulher no meio da ilegalidade e cometer um crime contra a liberdade dela, algumas vezes ingênua e mal direcionada.
Portanto, algumas medidas são necessárias para controlar a violência física, moral que vão contra a liberdade da mulher brasileira. Para tanto, o Ministério da Educação em conjunto com os Poderes Legislativo mais Executivo deve exigir do Ministério da Economia auxilio para manter jovens com até 15 anos de idade na escola pra concluir no mínimo os ensino fundamental e conhecer, por exemplo, a Lei Maria da Penha. Pois, se de maneira legal e privada elas não conseguem dinheiro, é dever do Estado manter a cidadania feminina em ordem para haver progresso.