ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enviada em 16/05/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde, segurança, transporte e ao bem-estar social. Conquanto, a violência contra a mulher, impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Precipuamente, é fulcral pontuar que violência contra a mulher deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Devido à falta de atuação das autoridades na fiscalização mais dura, a que muitas vezes pela ausência que impeçam parceiros e pessoas próximas a terem liberdade para humilhar ou até mesmo agredir uma mulher, visto que, a falta de uma fiscalização eficiente, deixam uma lacuna na justiça, e a mulher a mercê de uma sociedade machista.

Ademais, é imperativo ressaltar a violência psicológica como promotor do problema. Segundo a revista Época, mais de 33% das mulheres entrevistadas alegam já terem sofrido violência psicológica, esses dados alarmantes indicam que providências sejam tomadas, dado que, o primeiro passo para a agressão começa com xingamentos e a desconstrução da imagem da mulher, sendo elas oprimidas e rebaixadas, dando liberdade para o parceiro, insultá-la e em situações mais graves agredi-la. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Dessarte, com o intuito de mitigar a violência contra a mulher, necessita-se urgentemente que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Senado Federal, será revertido em Centros especializados de atendimento à mulher, através da criação de juizados especializados de violência doméstica e familiar contra a mulher, para a fiscalização e legislação mais dura para conter o avanço do ímpeto. Desse modo, amenizará em médio e longo prazo, o impacto nocivo da violência contra a mulher, e o Brasil poderá superar o problema.