ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enviada em 21/06/2020
Nas crônicas saxônicas, a mulher era constantemente alvo de ofensas e de brutalidades – por parte dos homens. Além de serem hostilizadas, quando realizavam atos de defesa individual. Contudo, mesmo com a evolução da sociedade, no Brasil, atos indesejáveis como aqueles ainda são frequentes. Porém, alguns avanços fundamentais para a proteção feminina ocorreram.
Em primeiro plano, a violência contra a mulher persiste no Brasil, sob diversas formas. Essas não se limitam apenas em agressões físicas, mas também emocionais e sexuais. Assassinatos, torturas, imposições e estupros são alguns exemplos das agressividades sofridas pelas mulheres. Logo, a crueldade que ocorre cotidianamente atinge a dignidade humana, bem como a aparência física dessas pessoas. Dessa forma, o direito à vida e à segurança, assegurados pela Constituição Federal, são confrontados – pela violência.
Sob essa perspectiva, políticas contra o feminicídio são de suma importância para a proteção da mulher. A promulgação da Lei Maria da Penha – empenhada em coibir atos de agressividade doméstica. A criação do disque 180 e de delegacias, exclusivas para o combate a violência contra as mulheres, são fundamentais, pois garante a segurança delas e o total sigilo da denúncia. Visto que, grande parte das vítimas de agressões possuem medo de denunciar os agressores, por temerem represálias ainda maiores.
Em suma, medidas protetivas contribuem para a segurança e para a queixa das vítimas de violência. Portanto, cabe ao governo alocar verbas para a criação de mais postos físicos de proteção da mulher, a fim de facilitar e aumentar o número de denúncias sigilosas. Além disso, é necessário que haja uma união entre as ONGs e o Ministério da Mulher para realizar campanhas de divulgação do disque 180 – nas mídias televisivas – com o intuito de incentivar não apenas a mulher, mas toda a população a denunciarem atos de violência contra essas.