ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enviada em 14/11/2020
A vida, a liberdade e a propriedade são direitos naturais e, portanto, inalienáveis, conforme afirma o filósofo inglês John Locke. Entretanto, não é o que ocorre com a totalidade das mulheres no Brasil, devido à violência e ao abuso que sofrem cotidianamente. Tal importância deve-se às altas taxas de agressões físicas, verbais, psicológicas e sexuais, as quais representam uma ameaça à promoção da segurança no Brasil.
Primeiramente, é imperativo ressaltar o crescimento em 230% dos casos de feminicídio no país, durante o período de 1980 à 2010, de acordo com o site do governo nacional. Logo, infere-se que a população feminina é acometida de tremenda violência e tal número corrobora para o aumento do medo feminino de sair nas ruas.
Outrossim, convém pontuar o aumento de 178% do porte de armas, o que ocasionou na queda de 25% dos homicídios nos Estados Unidos, como informa o site JusBrasil. Depreende-se, portanto, que a legalização do porte de armas ofereceu uma maior chance de autodefesa pelo cidadão de bem, à vista disso, entende-se que tal autorização protegeria as mulheres, no Brasil, de possíveis agressores.
Posto isso, é preciso que medidas sejam tomadas à fim de garantir a segurança de todos os cidadãos. Logo, cabe ao Ministério da Justiça, junto ao Congresso Nacional, auxiliar e orientar as mulheres a utilizar da campanha Ligue 180, caso seja necessário; e legalizar, por meio de leis e decretos, a posse e o porte de armas, o qual protegerá o cidadão de bem. Dessa forma se assegurará o direito à liberdade, tal como defende o filósofo John Locke e a Constituição Brasileira.