ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enviada em 16/07/2021
A declaração dos direitos humanos de 1948, um dos documentos mais importantes do país, prevê em seu artigo 3, que todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Conquanto, tal perrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a persitência da violência contra a mulher na sociedade brasileira, dificultando deste modo, a universalização desse direito tão importante. Nesse contexto, percebe-se uma configuração de um grave problema de contornos expecíficos, em virtude da falta de segurança pública para a mulher e da máxima influência midiática entre a população feminina brasileira.
De acordo com o jornal Datafolha de São Paulo, o Basil ocupa a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o país possui um sistema de segurança pública eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletida na violência contra a mulher no Brasil. Segundo a filosófa francesa Simone Beauvoir: “O mais escândaloso dos escândolos é o que nos habituamos a ele”. Diante do exposto, a falta de segurança pública para com a mulher, promove a cada dia o aumento no índice de casos de violência doméstica e sexual, seja na casa da vítima ou na rua, causando transtornos psicológicos, pânico para sair de sua própria residência, por medo de ser assediada ou estrupada.
Ademais, é imperativo ressaltar a má infuência midiática como inpulsionador desta causa na pátria. Dados do IBGE apontam que desde 2015 mais de 100 mil denúncias foram feitas contra compensações de agressões verbais e físicas recebidas nas redes sóciais de mulheres. Dessa forma, o influxo da mídia sobre essas causas vem se reverberando no cotidiano. conforme sites de notícias, índicam que 40 porcento do público feminino que utiliza os meios digitais, já sofreram machistas e corrigidos de morte de parceiros anteriores das mesmas. Logo, é inadmisssível que este cenário continue a perdurar.
Infere-se, portanto, a necessidade de se combater estes obstácolos. Para isso, é imprescindível que o ministério de sugurança por intermédio da delegacia da mulher, promova palestras e debates nas escolas, orientando os alunos para defesa pessoal e de denúnciarem casos de assédio ou violência. Logo, a rotação da polícia nas vias públicas permaneça durante vinte e quatro horas para a tranquilidade das cidadãns. Paralelamente, a mídia viabilize normas para combater a impetuosidade desta prática, promovendo movimentos feministas contra estas atuações na sociedade e previnindo como mulheres de tratamento abusivos e de um futuro feminicídio.