ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enviada em 09/11/2021

A afirmação “O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”, atribuída à filósofa Simone de Beauvoir, pode facilmente ser aplicada a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira. Já que a atuação da sociedade brasileira é de inércia em frente ao problema, com isto, problemáticas, como incopetência do Estado em preservar a vida da mulher e os inúmeros tipos de agressões sofridas pelas vítmas, irão persistir enquanto acomodar-se for um hábito.

Em primeiro lugar, é imprescidível destacar a inoperância do Estado que potencializa o problema da violência persitente contra a mulher. Ademais, essa falta de segurança, configura-se como uma violação do contrato social que é uma teoria do filósofo Jonh Locke, esta violação, ocorre quando o governo não consegue assistir sua população com algo essencial, como segurança. Igualmente, a violência perdura por falta de punições severas contra os covardes agressores, logo, é necesário leis mais rigorosas para inibir os futuros bandidos.

Além disso, uma consequência perversa desta punição branda aos agressores das mulheres, é que os crimes continuam a persistirem pela certeza da impunidade, com isso, aumentam os casos de vários tipos de agressões.  Posto isso, de acordo com a Central de Atendimento à Mulher, somente 46% das mulheres não sofreram agressões físicas e em cada 100 mulheres 32 sofrem algum tipo de violência psicológica, como afirmar que a mulher não vai conseguir viver sem o agressor. Ou seja, é preciso atitudes por parte do Estado para mudar o quadro atual.

Portanto, o Estado deve agir para enfrentar essa problemática. Para a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira, urge que o Ministério da Segurança crie programas para resguardar as vítmas, por meio de investimentos privados. Somene assim, as mulheres vão poder conseguir ter uma vida tranquila e em paz. Outrossim, o programa vai ter policiais treinados para percorrer trajetos com índices altos de violência e ao ouvir qualquer distúrbio dentro das casas, terão autorização judicial de entrar para intervir e conduzir o agressor até a delegacia e a vítma ao hospital. Assim, os dados que se referem aos 46% de muheres que não sofreram violência, poderão subir aos 100%.