ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enviada em 07/10/2022
De acordo com o filósofo Platão, “O importante não é viver, mas viver bem”. No entanto, essa afirmação é contrariada na sociedade brasileira, uma vez que ocorre a permanência da violência contra a mulher. Nesse sentido, é imperioso destacar os alicerces desse problema: a normalização dessa agressão, bem como a ineficácia estatal.
Sob esse viés, é imprescindível destacar a forma que a violência contra a mulher a abordada no corpo social. Desse modo, a teoria “Banalidade do mal”, da filósofa Hanah Arendt, acusa que a prática do ódio torna-se banal a depender da quantidade de vezes a ser praticada. Posto isso, quando uma mulher é morta pelo marido, não há uma comoção, isso porque, tornou-se casual, ou seja, algo banal para a sociedade. Então, é notório a importância para a resolução desse empecilho.
Outrossim, e indispensável acrescentar que a falta de eficiência estatal é um dos fatores que sustenta a adversidade. Por conseguinte, no livro “Cidadão de Papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, os indivíduos possuem direitos que não não exercidos por falta de ação governamental. Sendo assim, ao denunciar e não ser devidamente atendida, o agressor ser liberado por superlotação em presídios ou atrasos em julgamentos, são exemplos da mal ação legal e infração dos direitos das vítimas dessa violência pelo estado. Loto, ações hão de ser tomadas para essas situações.
Portanto, é viável a urgência de atitudes para resolver a persistência da violência contra a mulher ninguém Brasil. Dessa maneira, cabe aos cidadãos engajados da sociedade elaborarem uma organização não governamental. Essa ONG, “proteja”, em parceria com as mídias sociais, divulgar dados, programas de debates e abrigos para essas mulheres. Por fim, espera-se com essas medidas promover o “viver bem” que Platão idealizou.