ENEM 2015 - A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enviada em 29/09/2023

Segundo o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou 230% entre 1980 e 2010. Além da violência física, o levantamento de 2014 mostrou que 48% das outras formas de violência contra a mulher, incluindo a violência psicológica, também ocorreu. Neste contexto, é possível analisar as raízes históricas e ideológicas deste problema e porque persiste. Ja na história, as mulheres sempre foram vistas como inferiores aos homens, sujeitas a eles. Isto é apoiado pelo fato de que eles são capazes de exercer direitos políticos, entrar no mercado de trabalho e escolher o seu próprio vestuário, muito diferente do sexo oposto. Este incidente, juntamente com os numerosos outros incidentes violentos contra mulheres, apoiou a noção de que estas mulheres são vítimas de um conflito histórico e cultural.

A cultura machista persistiu durante muitos anos, ao ponto de se tornar evidente, ainda que sutilmente, na sociedade contemporânea. De acordo com a Constituição brasileira, todos são iguais perante a lei, independentemente de cor, raça ou gênero. Além disso, a isonomia legal no local de trabalho, que garante o mesmo salário para todos que desempenham o mesmo cargo, também está garantido. No entanto, o que se nota em todo o país, especialmente nas zonas onde há muitas mulheres negras, é a grande diferença entre os salários dos homens e das mulheres. Como resultado, tornam-se necessárias medidas para resolver o problema.

Conclusão, é o dever do Estado proteger as mulheres contra a violência e injustiças sofridas, podendo fazer criação de campanhas de combate à violência, leis mais rigorosas e punições mais severas para quem as infringir, pode-se também investir mais na educação, como um ponto forte para uma criação de melhores seres humanos que pensem no bem estar da sociedade como um todo, também criar mais delegacias especializadas, com funcionamento de 24 horas, para o maior registro de queixas.