ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 29/03/2020

Em um contexto histórico voltado para o Brasil a intolerância religiosa esteve presente no momento em que o país foi descoberto. Em meados de 1500 os portugueses forçavam os índios a seguir sua religião rigorosamente, sem escolha e com muita violência para largar seus costumes, suas crenças e origens. Dado a importância desses acontecimentos, infelizmente a intolerância sempre esteve presente na vida das pessoas e a religião como um fator importante nos acontecimentos da história.

Um dado feito pelo o disque 100 (para denunciar esses acontecimentos) mostrou que 86% das denuncias, ou seja, os que mais sofrem no Brasil vem de matrizes africanas e 26% de religiões espíritas. Os direitos humanos pedem que as principais leis sejam reconhecidas nas escolas entre os alunos. Isso será muito útil para incentivar as pessoas a denunciarem e mostrar para o governo o quão sério isso é.

Um fato importante a ser citado é que em 1891 o Brasil se tornou um Estado laico, isso é, a separação da religião e do governo. Porém uma pesquisa feita pela a revista veja em 2010, apenas 13% votaria em um candidato em que segue um perfil de ateu. Isso mostrou que a maioria da população querem um presidente que mostre sua religião independente do cargo que irá trabalhar no governo. Com isso, cabe o candidato não colocar sua religião no seu trabalho para não prejudicar sua população.

Portanto, o Ministério dos direitos humanos irá trabalhar para combater  os números de casos da intolerância religiosa que aumentam cada vez mais, e ajudar para que esses casos parem de acontecer, isso é, terá leis mais severas para quem praticar esse crime e também palestras feitas em escolas para mostrar a população o grande erro que estão cometendo. Tudo isso será colocado em práticas com o poder legislativo criando leis para o Brasil e colocando agentes eficaz para dar essas palestras. Mostrará que o Brasil possuí uma grande etnia e com bases históricos para que a geração Z não cometa os mesmo erros do passado.