ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Enviada em 01/04/2020
Desde o Brasil Colonia, nós podemos perceber a presença da intolerância religiosa, pois assim que os portugueses católicos chegaram ao nosso país, um dos seus primeiros feitos foi catequizar os índios nativos, promovendo missas, por exemplo. A partir daí a intolerância veio crescendo demasiadamente com o passar dos séculos, e está presente hodiernamente em nosso meio e precisa ser levada a sério para com possa ser resolvida com maior proatividade.
Desta maneira, na nossa sociedade é permitido sim, críticas aos dogmas por meio da liberdade de expressão assegurada pela lei, mas é não é permitido e nem aceitável a violência e agressividade de quaisquer maneiras que sejam, o trato diferenciado a alguém só por causa da sua religião em questão e menos ainda ofensas proferidas a qualquer individuo, e o descumprimento desta lei torna quem o cometeu, um criminoso.
Ademais, podemos perceber através de reportagens e gráficos, que a maioria dos descriminados por conta de sua religião, é também uma maioria afro-descendente, assim como é demonstrado no gráfico disponibilizado pela Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República. Através dele, também é possível identificar que a maneira mais usada de repressão contra as vítimas é a agressão física, o que além de danos a saúde, causa danos psicológicos.
Portanto, é imprescindível que algo seja feito em relação a este problema comum em nossa sociedade, para que todos se sintam mais seguros ao ir e vir, podendo se expressar à sua maneira e sem serem julgados por isso. A liberdade religiosa é um direito fundamental para o ser humano, e por isso o Ministério da Educação deve fazer a sua parte implantando palestras nas escolas do país, levando assim palestrantes de diversas religiões para que as pessoas entendam que ninguém é diferente de ninguém através da educação, como diz o filósofo, Epiteto, a educação liberta.