ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 30/03/2020

A intolerância religiosa no Brasil existe há muito tempo atrás, desde o processo de colonialismo que negros já eram considerados vítimas de discriminação, utilizados como mão de obra escrava. Não distante de antigamente, fiéis de religiões afro-brasileiras são as principais vítimas desse preconceito nos dias de hoje. Nesse sentido, claramente que todas  as crenças merecem ter sua liberdade de expressão e não ter medo das consequências que isso possa causar.

Em primeiro plano, escravos africanos, ao chegarem no Brasil, tiveram suas religiões modificadas no espaço colonial, com a presença da influência de outras religiões, como a católica. Nisso, outras formas de crer fizeram com que existisse uma só maneira certa de conquistar a salvação e uma só religião deveria existir, impondo um preconceito e discriminação em outras religiões que merecem o mesmo respeito.

“A intolerância religiosa é crime de ódio e fere a dignidade” é frase de Juliana Steck apresentada pelo Jornal do Senado. Com isso, nesse mesmo segmento apresenta que 75% da população mundial foi atingida por restrição religiosa no ano de 1960, ou seja, muitas pessoas foram restringidas de ter sua liberdade de acreditar no que querem e foram forçadas ao que era maioria.

Portanto, sob esse viés, concluí-se que a liberdade de doutrina de todos deve ser mantida e protegida para que assim, todos possam acreditar e crer no que quiserem. O Congresso Nacional deve tornar as leis existentes contra esse crime mais severas, por meio de reuniões com o poder legislativo, parar declarar que desrespeitar a crença de uma pessoa seja um crime tão grave como qualquer outro. A fim de que assim, o processo de colonialismo possa ser ultrapassado e todas as formas de fé possam ser vividas.