ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 31/03/2020

A famosa frase brasileira ´´chuta que é macumba´´ mostra a grande força da intolerância religiosa no Brasil, sendo capaz de descumprir a posição brasileira como um país laico, devido ao histórico  escravista africano do Brasil, que é o fator principal para entendermos a intolerância religiosa brasileira, sustentada pelo racismo e pela falta de empatia.

O escravismo africano brasileiro teve um fim muito demorado ou tardio, tendo seu fim no dia 13 de maio de 1888, ou seja, há aproximadamente 132 anos do fim do escravismo no brasil, o que ainda é pouco para acabar com a escala social criada onde o branco europeu e sua cultura é melhor que o negro africano, assim também ligada a sua religião, pois os adepto de religiões de matriz africana, de acordo com dados do antigo ministério dos direitos humanos, mesmo sendo 1,6% da população brasileira, também representam cerca de 25% das denunciantes de crimes de ódio e intolerância religiosa entre os anos de 2015 e 2017.

Além do racismo herdado do escravismo, há também a falta de empatia, que de acordo com a psicologia, resumidamente, é o ato de se colocar no lugar do outro, herdado dos europeus que não pensavam em como era a ador de ser tirado de sua terra e negar a sua fé, que prevalece até hoje, pois  o preconceito religioso, é claramente (como qualquer preconceito) sem um pensamento de entender o próximo, e no caso brasileiro, respeitar e entender qualquer religião, por ser laico.

Em suma, entendemos que a intolerância religiosa brasileira está baseada no racismo e na falta de empatia, onde há necessidade do governo brasileiro federal promover campanhas para o fim da intolerância religiosa e promovendo a empatia ao próximo, através da internet, televisão e ensino escolar, para impedir o crescimento e permanência da intolerância religiosa no Brasil.