ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 31/03/2020

Escrito por Patrício Carneiro Araújo, a obra “Entre ataques e atabaques” retrata fortemente a intolerância religiosa presente no Brasil. Desde cedo presenciamos professores rezando um pai-nosso ou uma ave-maria, porém, raramente vemos os mesmos entoando pontos cantados de umbanda, orin do candomblé ou louvaria de jurema.

Em 2019, uma vítima de intolerância religiosa de 65 anos foi agredida a pedradas por sua vizinha, a idosa era candomblecista. Os principais alvos são praticantes religiosos de matrizes africanas. Uma das poucas solvências para esse tipo de ignorância, é manter o debate no dia-a-dia, se aprofundar em novos estudos e culturas de diferentes países.

É incontestável que segundo as estatísticas, 25% das denúncias de intolerância religiosa, o agressor é identificado como branco, isso explica a discriminação contra religiões africanas, nas escolas, uma ideia é a abordagem sobre os principais grupos religiosos existentes, uma maneira de combater a ignorância contra a fé do próximo.

Em virtude dos fatos mencionados, um caminho para reduzir a intolerância religiosa é retirar verbas dos recursos dos governos federais para o ministério da educação ter uma abertura para o investimento em educação religiosa e a apresentação dos principais grupos religiosos no Brasil, deste modo, haverá uma redução de danos em templos e outros centros de religião.