ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Enviada em 31/03/2020
“A crença em um Deus cruel, faz o homem cruel”. A Crença individual é algo totalmente indiscutível, cada um possui a sua e isso não deve ser julgado. Como a frase dita por Thomas Paine, um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, a crueldade exercida pelo homem, pode ser reflexo de sua idolatria pelo próprio Deus cruel.
Criticar ou questionar algo relacionado a alguma religião está totalmente correto, e é considerado liberdade de expressão, entretanto, é muito comum ver alguém ser excluído,ofendido ou insultado por sua crença, principalmente com muçulmanos e candomblés, que são mais conhecidos como “homens bomba” e “macumbeiros”. Felizmente, intolerância com a religião alheia é considerado crime.
Entretanto, durante os séculos XI e XIII, a igreja condenava todos que não fossem cristãos, como por exemplo, a icônica Joana D’Arc, que foi considerada bruxa e queimada em uma fogueira. Ou seja, desde esta época existe a intolerância religiosa, porém, muito mais radicalizada. É possível se ver hoje que, principalmente os cristão, são o que mais praticam intolerância, como por exemplo, o especial de ano novo do programa de comédia Porta dos Fundos, que protagonizou Jesus, como sendo um personagem homossexual, todavia, isto foi o suficiente para despertar a ira dos cristão, que insultaram, jogaram coquetéis “Molotov” na sede do programa, e tudo mais. Mas, a maioria deles não se sentem ofendidos ou incomodados quando brincam, zoam, com outras religiões. É aí que a hipocrisia “mora”.
Diante ao que foi exposto, torna se nítida a necessidade de uma rigidez nas leis sobre sentimento religioso, incentivo e visibilidade às religiões menos favorecidas e mais “perseguidas”, assim, se torna mais tranquila a convivência e honra a famosa frase: “Amem-se uns aos outros como eu os amei”, dita por Jesus de Nazaré.