ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 09/07/2020

Segundo o primeiro Artigo dos Direitos Humanos , todo ser tem direito de gozar de sua liberdade de escolha ,entre elas ,a religião. Certamente, não há duvidas sobre a discriminação sofrida por várias crenças, seja por falta de informações ou manipulações sociais. Todavia, percebe-se a configuração de um grave problema intrínseco à realidade brasileira, em virtude da intolerância religiosa, pela falta de leis e atenção especificas em certos grupos, assim como pelos preconceitos presente na sociedade.

Convém ressaltar, a princípio que a falta de leis específicas apenas para a inclemência religiosa é um fator determinante para a persistência da problemática. Embora a pesquisa feita pelo Disque 100 relate que houve um aumento de mais de 50% das denuncias da mesma, o problema se apresenta ainda maior, já que, é comum ver ataques em websites, redes sociais e em templos sem modo de fiscalização eficiente, feita por usuários anônimos, que por sua vez é de difícil localização. No entanto , os comandos presentes pelo estado não se dá por necessário , o que causa um cenário de abandono social, que demonstra a insuficiência legislativa.

Além disso, as religiões de matriz africana são as mais atacadas, que ressalta o preconceito e racismo presente na nossa sociedade. O filósofo Nicolau Maquiavel cita " Os preconceitos têm mais raízes do que os princípios. " logo, justifica a nossa realidade, já que, apesar do Brasil se colocar como um estado laico, apresenta traços do cristianismo em vários setores, assim como formações de leis governamentais ainda existentes. Desse modo, o mesmo causa um cenário de pensamentos nao amplos.

Portanto, para assegurar as doutrinas existentes na nosso âmbito social, medidas precisam ser tomadas. Faz-se necessário pois, que o Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Cidadania, criem oficinas educativas e sancione propostas de leis eficazes para a melhora da vida das devoções individuais, por meio de palestras com sociólogos,  que orientam o papel da tolerância para o bem comum. Assim, talvez, a privação e medo de certos grupos fique somente como história antiga.