ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 11/07/2020

De acordo com o poema “A Flor e a Náusea”, de Carlos Drummond, no qual retrata a dificuldade no desabrochar da Flor, por analogia, demonstra a dificuldade que a sociedade têm em aceitar a diversidade religiosa encontradas no Brasil. Haja vista que, ataques à fiéis e templos religiosos, ocorrem, demasiadamente, em todos os locais, sendo público ou privado. Desse modo, combater a intolerância religiosa no país é uma medida complicada, contudo, educar crianças tanto no ambiente familiar quanto no escolar, como também ofertar, por meio de palestras e mídias sociais, informações sobre religião, podem tornar essa ação atípica no meio social.

Segundo Nelson Mandela em “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, similarmente, é através do ensino ofertado por intermédio do país que, desde pequenos, a sociedade entenderá a importância e à aceitação da diversidade religiosa no meio cultural. Logo, educá-los, desde o início, para que não cometam crime contra a pluralidade e, ademais, ensina-los a respeitar a liberdade de expressão de cada cidadão em seu entorno. Dessa forma, agressões contra fiéis, tanto verbal quanto físico, ataques a patrimônios religiosos, com destruição da estrutura e de imagens, como também ataques terroristas, deixaram de ser presentes no estilo de vida dessas pessoas.

Sob o mesmo ponto de vista, retratado por Oscar Wilder “A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação”, a humanidade recorre a mudanças quando tais atitudes afetam-nas diretamente. Assim sendo, realizar por meio de palestras e propagandas em mídias sociais,  torna-se um meio alternativo para apresentar às pessoas discriminantes, outros pontos de vistas que estas não fazem parte. Desse modo, transparecer à sociedade que, outras religiões só estão presentes para agregar na cultura de um país, apresentando-as que se podem viver em harmonia e sem desrespeito, uns aos outros.

Em conclusão, combater a intolerância religiosa no Brasil tem sido um trabalho árduo. Contudo, em primeira instância, ministro da educação, juntamente com coordenadores escolares, promoverem a obrigatoriedade de aulas com cunho religioso em escolas, desde o ensino infantil, para que crianças aprendam, desde o início da alfabetização, a entender e respeitar a escolha de cada indivíduo, acarretando adultos mais civilizados. Ademais, o Secretário da Diversidade Cultural (SDC) em conjunto com palestrantes e representantes das mídias, realizarem palestras que mostram a importância da variedade religiosa encontrada em um único ambiente, no qual fortalece a cultura brasileira, por meio de propagandas, apresentações, outdoor, manifestando que é concebível a união e vivencia de todos.