ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 15/07/2020

“Os preconceitos têm raízes mais profundas que os princípios”, essa frase foi dita pelo filósofo Nicolau Maquiavel no absolutismo, e séculos após, ainda na representação atemporal nas sociedades. Desse modo, quando analisamos a intolerância religiosa em questão, percebe-se a incidência do pensamento referido, o que deve ser  discutido com uma vidão humanista.Logo, é necessário a análise desse preceito, haja vista a diversidade étnica e cultutal da sociedade brasileira.

De início é válido destacar que a intolerância religios se dá pela política do eu, na qual o agressor não respeita a religião do outro e quer pregar a sua como a certa, sendo um dos principais focos para um conflito. Além do mais, essa questão tem raízes desde a Antiguidade, quando católicos foram perseguidos pelos romanos, por professarem a fé no cristianismo e serem contrários ao imperador Nero.

Outrossim, de acordo com o Jornal Brasil de fato, o número de denúncias por intolerância religiosa aumentam 56% no Brasil em 2019. Aém disso, no dia 21 de Janeiro é o dia nacioanl do combate a intolerância religiosa devido ao atentado contra a Mãe Gilda de Ogum, crime esse o qual o alvo foi um terreiro de candomblé em Salvador que custou a vida da Mãe Gilda, crimes como esse acontecem por não se articularem a conhecer a religião do outro e a julgar como errada ou como macumba.

Diante das circunstâncias medidas são necessárias para a solução do problema, como por exemplo, a mídia deve criar campanhas com ampla audiência  mostrando a todos que o Brasil é um país laico dando a todos o direito de professarem a sua fé de acordo com seus costumes. Os pais podem ensinar sobre outras religiões para os filhos, para que cresçam com o pensamento de que é normal ser “diferente”. As escolas devem ser articuladas para  crianças de  todas as religiões. Pois, como dizia a filósofo Pitágoras; " Educai as crianças e não será preciso punir os homens".