ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Enviada em 25/08/2020
O Brasil é um país que apresenta uma grande diversidade, isso por consequência de seu passado onde os escravos, colonizadores e imigrantes construíram uma identidade que gera frutos até hoje, refletindo uma boa parte dos princípios atuais, como uma base. Mas a diversidade não tem total culpa pela intolerância religiosa, em primeiro lugar é necessário saber a causa e entender o porque dessa intolerância que, da mesma maneira está relacionado com os estereótipos de cada individuo, decorrente de todos os ensinamentos passados pela geração.
Segundo Immanuel Kant, em sua teoria, os indivíduos deveriam ser tratados como pessoas que tem sua dignidade e princípios e não focar apenas em seus valores. Partindo dessa idéia vemos que o ser humano é totalmente influenciado pelo que vê e escuta, assim a mídia acaba criando certos estereótipos e decorrem para a sociedade. Certamente forçam imagens, que acabam por exemplo tirando a liberdade de expressão dos expectadores.
Além disso, percebe-se que certos preconceitos estão enraizados no pensamento dos brasileiros há bastante tempo, decorrentes de problemas socioculturais. Portanto com a vinda dos escravos ao Brasil a intolerância só aumentou e eles foram proibidos de exercerem suas crenças religiosas, tendo que se submeter ao cristianismo. Índices registram um exemplo do que foi comentado acima onde indicam que os seguidores das religiões afro-brasileiras são os mais afetados. Dentro desse pensamento , nota-se a dificuldade de preservar a liberdade e até o desprezo e preconceito religioso que mostram a negligencia do direito à vida e do direito a liberdade de expressão e religião.
É necessário a mudança da mentalidade preconceituosa no Brasil, o Estado deve fazer campanhas de conscientização e incluir um telefone ou um site para realizar denuncias. Assim informam a população sobre a diversidade religiosa do país e a necessidade da aceitação e do respeito para assim, tornar jovens mais tolerantes.