ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Enviada em 15/01/2021
Desde a fundação da Organização das Nações Unidas (ONU) e a promulgação dos direitos humanos como parâmetro universal, o zelamento da liberdade religiosa tornou-se fundamental para o bem-estar social. Entretanto, a intolerância religiosa ainda persiste na sociedade brasileira, como marca cultural deixada pela história, evidenciando a educação como o caminho mais eficiente para a solução.
A partir disso, a manifestação discriminatória brasileira está interligado com o legado histórico brasileiro. Segundo dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, entre 2011 a 2014, adeptos das religiões afro-brasileiras foram as principais vítimas no Brasil, apresentando 75 denúncias por região, em média. Logo, isso se deve pelo caráter eurocêntrico cultural ainda presente na sociedade, responsável por discriminar indígenas e negros desde o Brasil Colônia.
Além disso, o preconceito e o esteriótipo prejudica, em diversos âmbitos pelo mundo, a relação entre fiéis e infiéis de determinada crença. Tal afirmação pode ser exemplificada pelo caso da religião islâmica e seus adeptos, nos quais foram taxados de terroristas pelos atos de grupos radicais da crença, como o ISIS, que não representam o caráter da maioria dos islâmicos. Dessa forma, a população islâmica ficou sensível a intolerância religiosa.
Portanto, é evidente que, para casos culturais e ideológicos, o cambate da discriminação e a aculturação da inclusão social correspondem como papel da educação para a solução. Com isso, é dever do Ministério da Educação e Ministério da Cultura promover, com ONG’s, campanhas em âmbito acadêmico e por meio de mídias (como as redes sociais), que enfatizam o respeito, composta por palestras e slogans, a fim do bem-estar social.