ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Enviada em 29/06/2021
O artigo 5 da Constituição Federal coloca todos os brasileiros como iguais perante a lei. No entanto, a intolerância religiosa no país não atende, lamentavelmente, a prerrogativa da Carta Magma-criada em 1988-. Tal fato. o preconceito contra religiões, em especial, vertentes não católicas, tem origem histórica na república, desde de a formação da nação. Com isso, sérias consequências são criadas e a necessidade do combate do preconceito religioso é criada.
Em primeira análise, vale destacar que a intolerância religiosa no Brasil foi criada desde da origem do país. Isso é, durante a colonização, os europeus iniciaram o projeto de catequização, o qual impôs o catolicismo aos indígenas,ignorando assim, suas próprias práticas e convenções religiosas. Sob esse prisma, nesse período, também surgiu o preconceito contra as religiões de matriz africana. Nessa perspectiva, conforme a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, religiões afro-brasileiras são as maiores vítimas de discriminação. O que ocorreu desde 1500, e hodiernament,e vai contra o artigo 5 da Constituição. Dessa forma, cabe ao Ministério da Educação - MEC- atenuar o dilema.
Outrossim, a intolerância religiosa traz graves problemas para toda a sociedade, em especial para as minorias sociais vítimas de preconceito. Nessa óptica, fato social, para o sociólogo Emille Durkhein é entendido como uma forma de agir e pensar de um determinado grupo social. Nessa conjuntura, a persistência da discriminação religiosa pode ser entendida como um exemplo do fenômeno. Dado o exposto, urge a necessidade da criação de caminhos para o combate desse mal que atinge os brasileiros e, em caso extremos pode inclusive causar um homicídio, uma violência psicológica ou física.
Destarte, é fundamental a criação de caminhos para o combate da intolerância religiosa no Brasil. Para isso, o MEC - uma vez que a sua função é administrar a educação- deve atuar na criação de campanhas contra preconceito religioso nas escolas, cursos, faculdades e empresas. Ele atuaria por meio de líderes religiosos que tentariam romper com os estereótipos das crenças das minorias sociais. Com a finalidade de reduzir a discriminação e atenuar dados como o da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.