ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Enviada em 13/07/2021
No século XII, o Tribunal do Santo Ofício, foi um momento históricono no qual a Igrja Católica perseguia indivíduos que possuíssem pensamentos contrários ao catolicismo, impedindo-os de se expressarem livremente. Semelhante a isso, no Brasil atual, ainda se faz presente os preconceitos a outras culturas, fazendo-se ainda necessário a busca de caminhos para o combate a intolerância religiosa no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos: a falta de apoio do Estado às vítimas destes crimes, além, da falta de debate em âmbito escolar sobre a diversidadede culturas religiosas.
Em primeiro plano, pode-se destacar a falta de debates sobre a heterogeneidade como precursor do problema. Desse modo, a reijeição a discurssão sobre temas como a intolerância religiosa, é refletida em 120 casos de preconceito religioso por ano entre 2011 e 2014, de acordo com Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, tornando-se uma calamidade pública. Dessa forma, é transparente que a falta de debates desde a base de formação do indivíduo, sempre será de fato um problema para a prevalencia da democracia.
Além disso, é notório que a falta de presença do Estado no apoio a laicidade do país se faz um problema ao bem estar social. Consoante a isso, Thoma Hobbes em seu livro “Leviatã”, defende a ideia de que os homens não conseguem viver unidos e em harmonia, cabendo ao Estado o dever de garantir o progresso do corpo social. Sendo assim, observa-se a importância do poder público em proporcionar meios garantidores dos direitos, como a liberdade de expressão, defendendo a proteção e respeito as manifestações religiosas garantida na Constituição Federal.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham conter a intolerância religiosa no Brasil. Por conseguinte, cabe ao Ministério da Cidadania, promover a integração dos cidadãos entre as diferentes culturais religiosas, por meio da promoção de feiras culturais em praças públicas, a fim de alcançar um maior contigente populacional, garantindo a pluralidade de ideias e prevalecendo a liberdade de expressão. Somente assim, as práticas da Inquisição poderão se combatidas nas sociedades contemporânea brasileira.