ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 22/07/2021

A constituição federal de 1988, prevê em seu artigo 8; a autonomia a todas às crenças religiosas e a asseguração de eventos e manifestações de devoção sem nenhum tipo de interferência. Conquanto, tal perrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observar os caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil, dificultando deste modo, a universalização desse direito tão importante. Nesse contexto, percebe-se uma configuração de um grave problema de contornos expecíficos, em virtude da má influência midiática e da inclemência da sociedade perante as religiões do Brasil.

De acordo com Émlie Durkheim, filosófo francês, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Contudo, a realidade do Brasil é completamente oposta a esta afirmação. Segundo Hannah Arendt, socióloga francesa: “A essência dos direitos humanos é o direito a ter direito.” Diante desta afirmativa, as injurias e difamações da sociedade contra milhares de crenças, revelam a cada dia que as leis impostas pela constituição não são cumpridas e respeitadas como estudante ser. Promovendo medo, tristezas, violência física e verbal até mesmo assassatos de religiosos e religiosas do país. Decorrente a Datafolha de São Paulo, o índice de agressões e mortes de pessoas que praticam sua fé vem crescendo todos os dia, causando pânico a população.

Ademais, é imperativo ressaltar a má influência midiática como impulsionador desta causa no país. Conforme dados do IBGE nos últimos cinco anos mais de cem mil denúncias foram feitas contra intolerância religiosa através das redes sociáis. Dessa forma, o influxo da mídia sobre essas causas vem se reverberando no cotidiano. Os sites condizente de notícias, indicam que quarenta por cento das pessoas religiosas que utilizam os meios digitais, já sofreram e correcção contra as suas religiões, causando assim, interferências para continuar professando a sua fé nos meios sociáis. Logo é inadimissível que este cenário continue a perdurar.

Infere-se, portanto, a necessidade de conter área. Para isso, é imprecindível que o Ministério dos Direitos Humanos por intermédio das escolas, promova palestras e debates orientando cada aluno de seus requerimentos e deveres como cidadãos, para que não sejam afetados pela população ou que aceitem ofensas contra suas crenças e cabem não professando sua fé por medo. Paralelamente, a mídia viabilize normas para combater estas práticas, proporcionando movimentos de manifestações de devoção na internet, mostrando assim que toda religião deve ser respeitada e honrada, que não há diferença entre as mesmas e que todas as pessoas têm autorização a realizar seus rituais. Assim se consolidará um país melhor e mais igualitário para as futuras gerações.