ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

Enviada em 11/08/2021

Na série “Elite”, do diretor Ramon Salazar, é retratada através da personagem Nádia a intolerância religiosa, logo no começo da série percebe-se a falta de empatia e respeito com pessoas de religiões diferentes. Assim como na obra observa-se a realidade do Brasil, como a educação desde pequeno é importante para uma sociedade com igualdade. Ademais mostra-se que os obstáculos do preconceito religioso deve ser solucionado urgentemente.

Perante essa análise, é essencial destacar os fatores relevantes. Dentre eles, evidencia a falta de conhecimento nas escolas e nas famílias, com isso indivíduos têm dificuldade de aceitar pessoas “diferentes”, o que acaba gerando violência e mortes em todos os lugares. O preconceito começa em casa. “O começo da vida”, da diretora Estela Renner, é mostrado como a educação nos primeiros anos de vida pode mudar tudo. Ressalte-se a carência de conhecimento e a falta de compreensão, que uma parte da população brasileira enfrenta.

Consequentemente, existe a desigualdade onde cidadões de religiões diferentes acabam sendo deixados de lado, Independente de suas capacidades, muito comum em ambiente de trabalho e amizades. Segundo a escritora Betty Smith “A intolerância é responsável pela maldade, violência, terror e dores que tortura o mundo”. Nesse contexto mostra-se como o respeito é primordial para essa problemática discutida ser salientada.

Portanto, com o intuito de amenizar esse problema, o Ministério da Educação deve criar vários projetos para ser desenvolvidos nas escolas o qual promova palestras, atividades lúdicas, banners, sobre respeito e o problema da intolerância religiosa, por meio de exemplos, como obras literárias, dados estatísticos e principalmente depoimento de pessoas envolvidas. A fim de incluir pessoas de diferentes religiões. Outrossim, o governo deve gerar leis de cotas, como em faculdades e trabalhos, para sanar a desigualdade religiosa, e permitir que possam trabalhar e estudar como todos. Dessa forma, será possível reverter um passado de exclusão e garantir um futuro com igualdade.