ENEM 2016 - 1ª Aplicação - Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
Enviada em 18/10/2021
Com o surgimento de novos ideais protestantes na Europa durante o século XVI, uma Igreja Católica criou uma grande frente de contrarreforma, matou, queimou e torturou todos que foram considerados aqui. Essas atitudes foram absurdamente imperdoáveis, mas não terminaram por aí, ainda há um grande índice de intolerância religiosa atualmente.
A princípio, é necessário entender como o problema se apresenta no mundo contemporâneo, dados do Ministério da Mulher, mostrando um aumento de 56% nas denúncias de intolerância religiosa, sendo que a maior parte dos casos foi contra religiões de matrizes africanas e espíritas. Tal fato se deve à grande desinformação da massa populacional sobre os ritos realizados nos centros religiosos.
Outrossim, Arthur Schopenhauer aulas a intolerância como “intríseca apenas ao monteísmo” e conclui dizendo que “um deus único é um deus ciumento, que não tolera outro além dele mesmo”. A prosa do autor pode parecer dura, no entanto, ao recorrer às estatísticas é perceber-se que a maior parcela da prática de intolerância religiosa, parte de práticas da religião evangélica ou católica.
Conclui-se que a intolerância religiosa é um gravíssimo problema sócio-político, que pode ser resolvido através da luta pela igualdade e contra a desinformação. Cabe ao Estado em conjunto com a Polícia Federal fundar uma delegacia para crimes contra a liberdade religiosa, com a especializada de agilizar o processo de julgamento dos casos e fornecer auxílio àqueles que tiveram sua liberdade desrespeitada,