ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 25/10/2025

Embora a Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, garantir que todas as pessoas são iguais sem distinção de qualquer natureza muitos cidadãos sofrem preconceito racial. Isso é provocado devido reflexos históricos apontarem para um passado de exclusão, violência e escravidão principalmente com os negros. Sendo assim, é evidente que grande parte da população educacional e trabalhista, necessitam de investimentos sobre a prática racista.

Em primeira análise, é importante destacar a submissão extrema nas relações dos empregadores e os empregados. Segundo a abolição da escravatura em 1888, sancionada pela princesa Isabel no período imperial, mais de 700 mil pessoas foram libertas. Contudo, a anulação ao trabalho análogo à escravidão não foi construído com medidas de inclusão social, o que acabou gerando exploração aos trabalhadores rurais até os dias presentes. Desse modo, é preciso que fiscalizações sejam feitas nas áreas agrícolas com a ordenância estatal.

Além disso, é essencial abordar que a segregação racial pode ser considerado um fator implícito nas instituições estudantis. Isso é detalhado, dessa maneira, na obra literária " As Almas do Povo Negro" escrito por W.E.B Du Bois quando ele cita a primeira experiência como vítima da discriminação racial na escola através da rejeição do cartão que entregara para a menina. Sobre esse viés, a metáfora do “imenso véu” é discutido no livro mostrando a divisão que ainda existe da população branca em oposição a identidade negra. Assim, pode- se perceber a vulnerabilidade de ensinamentos acadêmicos ao levar em conta esse assunto.

Portanto, contrariar as adversidades do racismo no âmbito educacional requer um posicionamento governamental que abrange todas as regiões do território brasileiro. Dessa forma, a fim de enfrentar o desabono coletivo, o Ministério da Educação, responsável por aprimorar os ensinos dirigidos deve, promover palestras comoventes nos auditórios escolares. Bem como, utilizar esse estímulo para informar aos estudantes sobre a luta e a cultura afro-brasileira. Logo, será possível desenvolver respeito e equidade racial na geração contemporânea.