ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 24/10/2025

Segundo o cientista alemão Albert Ainstem, “é mais fácil desintegrar um átomo do que o preconceito”. Diante dessa perspectiva científica, é possível relacionar que a antipatia, que já está presente na sociedade a muito tempo, é um problema extremamente difícil de ser combatido. No entanto, essa ação traz diversos problemas à população. Dessa forma, é necessário encontrar meios para combater o racismo dentro do território brasileiro. Logo, há de se combater não apenas cultura enraizada, mas também o descaso estatal em resolver esse problema.

Diante disso, a filósofa Hanna Arendt defende que, “quando uma atitude agressiva ocorre constantemente as pessoas param de vê-la como errada”. Desse modo, pode-se associar que o preconceito enraizado na sociedade é fruto de um passado que fez com que isso se tornasse comum, como exemplo o uso do período de escravidão muitas vezes é usado como piada entre os jovens. Entretanto, isso gera um descaso desse problema, dessa forma, fazendo com que a antipatia seja cada vez mais dissipada. Em suma, é necessário que haja ética entre a população brasileira, para que o passado histórico não seja usado como piada.

Além disso, para John Locke - filósofo inglês - o Estado, enquanto garantidor dos direitos fundamentais, deve assegurar uma vida confortável à sociedade. Todavia, analisando o que está acontecendo na sociedade brasileira é possível perceber que está havendo um descaso estatal quando se trata da garantia de uma vida agradável à população, como exemplo a situação de muitas pessoas que realizam racismo conseguirem liberdade antes do tempo previsto na lei (3-5 anos), gerando o aumento do preconceito dentro do Brasil, uma vez que os responsáveis não são castigados da forma correta. Logo provando que é necessário rever esse quesito para compater o racismo dentro do território brasileiro.

Portanto, cabe ao Estado brasileiro - cuja função é garantir direitos fundamentais à população - realizar o cumprimento da lei, fazendo com que pessoas que cometem o racismo sejam julgadas pelos seus atos por meio de uma fiscalização eficiente. Assim, ocorrerá a justiça e, consequentemente, a desintegração do preconceito.