ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 06/04/2026
O racismo no Brasil se iniciou no Período-Colonial, os portugueses traziam os africanos para o continente americano para trabalharem como escravos. Nesse conceito, percebe-se que desde da colonização os africanos e descendentes são tratados como seres inferiores, assim é preciso enfrentar os caminhos para combater o racismo. Nesse viés, é importante ressaltar que a discriminação com a cultura africana e o preconceito racial corroboram para o problema.
Nesse contexto, no Brasil-Colônia, os africanos eram proibidos de praticar qualquer atividade vinculada a sua origem. Diante desse cenário, pode-se observar que a cultura africana era discriminada, no entanto, esses povos queriam manter um vínculo com a sua terra e para isso as danças, as canções e as religiões sempre foram costumes praticados escondidos. Além disso, vários desses costumes existem até hoje como, a capoeira, que é uma mistura de dança e luta, e a feijoada, que é uma mistura de comida feita com feijão e restos de partes menos nobres do porco. Dessa forma, faz-se necessário uma intervenção.
Em segundo plano, de acordo com a filósofa Simone de Beauvoir, “o mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Sob essa ótica, é entendível que as pessoas estão habituadas ao cenário que lhe são apresentadas, a sociedade presencia o preconceito racial diariamente a anos, logo quando é observado um ato de discriminação pela cor da pele é considerado normal pelos cidadãos. Ademais, o preconceito se manifesta de duas formas: Explícito, que é espancamentos e xingamentos, e implícito, que é afastamento e exclusão social. Desse modo, é preciso uma mudança de atitude.
Portanto, a fim de acabar com a discriminação com a cultura de africanos e o preconceito racial, é preciso que as escolas (órgãos responsáveis pela educação dos alunos) criem uma matéria de reconhecimento dos valores de africanos e contratem historiadores para por meio de palestras e debates com a participação de descendentes de africanos conscientizarem e ensinarem aos alunos desde jovens sobre práticas mais humanizadas. Por fim, será possível indivíduos mais conscientizados no futuro.