ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 25/06/2020
No Brasil, o racismo estrutural é algo enfrentado à séculos, enraizado pela cultura europeia e tendo grande influência negativa nas estatísticas dos dias atuais também, tornando as pessoas de etnia negra um povo historicamente atrasado.
Durante o período do Brasil colonial, entre os séculos XV ao XIX; o tráfico negreiro era uma estratégia utilizada pelos europeus para conseguir mão de obra barata em grande escala, onde os grandes senhores de engenho aprisionavam e escravizavam os negros trazidos da África, os quais não possuíam liberdade e eram suscetíveis à punições. Com isso, haviam os quilombolas; considerados como os escravos que fugiram dos engenhos, representando um grupo de revolução contra o sistema implantado.
Todavia, com o passar dos anos, a escravatura foi abolida. Porém, o preconceito racial ainda existe na sociedade contemporânea; tornando o afrodescendente uma minoria no país. Dessa forma, nos últimos anos o movimento negro vem tentando buscar visibilidade para poder dar fim aos esteriótipos dados à essas pessoas, assim como buscam melhorar as estatísticas desse povo, onde no Brasil 75% dos mais pobres são negros, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Portanto, é preciso que o poder legislativo viabilize novas leis e correções penais em relação aos crimes relacionados ao racismo, para que haja uma fiscalização mais severa em suas ocorrências. Também é necessário que o Ministério da Educação torne mais presente o assunto do preconceito racial nas escolas, para que por meio dos professores e da didática escolar; os alunos desde pequenos diminuam os impactos causados pelos pensamentos da sociedade à respeito da etnia negra.