ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 23/06/2020
As mídias, tanto televisivas quanto sociais, vem mostrando com frequência que sociedade brasileira vem enfrentando diversos problemas, como o racismo no Brasil sofrido por pessoas de diferentes etnias. Assim, se tornando um obstáculo para esses povos oprimidos, seja pela dificuldade de conseguir emprego, uma vez que o empregador cria uma imagem deturpada do negro, seja pelo preconceito e discriminação sofrido ao estarem em lugares públicos. Portanto, é de suma importância que medias sejam tomadas.
Primeiramente, é explicito o fato uma diferença exorbitante entre cargos ocupados por negros e brancos no mercado de trabalho. Nesse contexto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística , a população preta e parda do país ficaram entre a maioria dos trabalhadores desocupados, cerca de 64%, ou subutilizados cerca de 66%. Ademais, a diferença salarial entra negros e brancos atinge mais de 30%, evidenciando a discrepância entre essas diferentes tipos de etnias.
Em segundo plano, é valido reconhecer como o racismo limita a inserção do negro na sociedade. No mercado de trabalho, o campo de crescimento de um negro é menor do que a de um branco. Outro fator que temos que levar em consideração são os dados que demonstram que os negros estão mais expostos à violência. De acordo com o estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, analisando casos registrados entre 2005 e 2015, 71% das vítimas de homicídios no Brasil são negras.
Os avanços na política de inclusão racial no Brasil, entretanto, ainda continuam pontuais e resultam de pressões da sociedade organizada. O país permanece sem uma política de Estado coordenada, ampla, que ultrapasse governos e esteja presente em diferentes pastas, como o Ministério da Justiça com políticas mais precisas de ressocialização da população carcerária, em sua maioria negra, e o Ministério da Educação, com ações sistemáticas de conscientização em eventos e materiais didáticos.
Os avanços na política de inclusão racial no Brasil, entretanto, ainda continuam fieis e resultam de pressões da sociedade organizada. O país permanece sem uma política de Estado coordenada, ampla, que ultrapasse governos e esteja presente em diferentes posições como o Ministério da Justiça
com políticas mais precisas de ressocialização da população carcerária, em sua maioria negra, e o Ministério da Educação, com ações sistemáticas de conscientização em eventos e materiais didáticos. Só assim, ultrapassando ações pontuais, será possível reduzir de forma mais efetiva a discrepância racial que ainda aflige o país.