ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 28/06/2020

Assim como o machismo e a Lgbtfobia, o racismo é uma discriminação, baseada na diferença racial entre as pessoas, que permanece até os dias atuais e teve início no período da escravidão, em que europeus caucasianos consideravam-se superiores apenas pela cor da pele.

Pode-se citar acontecimentos históricos como o apartheid e movimentos neonazistas, como um exemplo de intolerância racial e de genocídio a pessoas negras. Atualmente esse preconceito ainda persiste engessado na sociedade dentro de hábitos, costumes e até na fala. Além disso, muitas pessoas negras, por conta dessas discriminações, não possuem uma devida oportunidade de trabalho, estudo e na saúde, podendo citar as cotas raciais que servem como um auxílio a essa parte da população que não recebem o devido merecimento como ser humano.

Na sociedade a intolerância é vista de uma forma nítida. Um crime cometido por uma pessoa negra e um realizado por uma branca, são vistos de formas completamente diferentes, sendo que o negro é julgado com uma lente de aumento por policiais, podendo partir até para a violência, enquanto o branco é tratado com certa civilidade. Os policiais têm esse péssimo “hábito” de confundir uma parafusadeira, na mão de um negro, pobre e periférico, com um revolver ou de asfixiar uma pessoa de pele escura, por uma suposta tentativa de assalto.

O racismo por lei é considerado um crime, porém na prática não é assim que funciona. Conscientizar e alertar a população, desde de criança, como um primeiro passo, são fundamentais para combater essa intolerância, o questionamento, debates de ideias e revisão de conceitos estabelecidos são de suma importância para quebras estereótipos. Além disso, manifestações em busca de direitos iguais de raça são essenciais para combater o racismo não só no Brasil, mas também de uma forma global.