ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 25/06/2020
Em nossa sociedade atual, a presença do racismo, mesmo que de forma indireta não pode ser negada. diarimente nosso cérebro atribui ações de respostas a determinados objetos e pessoas mesmo que inconsientemente, esses inocentes pensamentos a pessoas por sua cor de pele diferenciada pode ser facilmente classificada como racismo.
Segundo a psicóloga Rebecca Bigler, se no primeiro dia de aula dividirmos uma sala com estudantes vestidos de camiseta azul e vermelha, tendencialmente os alunos tem maiores chances de se relacionar primeiramente com os alunos vestidos com a mesma cor. Com a nação brasileira ocorre de mesma forma preferimos formar amizades com pessoas semelhantes a nós. Ação essa incorreta que, infelizmente acaba sendo agravada por nossa desigualdade social, tornando comum que vejamos mais pessoas de pele escura presas ou em periferias e pessoas de pele clara como padrão de beleza ou em meio a alta burguesia , criando dessa forma uma imagem racista de que negros não são preguiçosos, negros são feios, negros são inferiores.
A expressão “cara de bandido’’ não esta ligada aos negros por acaso, quando categorizamos uma etnia tendemos a exagerar nas direnças entre eles e nós, e ignoramos a dirença dentro de cada grupo e categorizamos eles como se fossem todos iguais. desta forma atribuimos valores, comportamentos, atitudes e emoções a toda esta etnia.
O problema racial-cultural no Brasil não foi algo que surgiu rapidamente, e tambem não é algo que nos deixará rapidamente. Para se combater esse preconceito de cores, independentemente de que seja de negro para branco ou de branco para negro, é necessario mudar essa ilusão de que preconceito não existe preconceito em nosso país e instruir as crianças desde de cedo desse racismo existente, mostrando que cor de pele não define padrão de beleza ou renda social, seja transmitindo modelos de cor diferente em diversas áreas ou em nosso próprio dia a dia.