ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 29/06/2020

Racismo: respeito e empatia

Indubitavelmente, o racismo pode ser designado como um óbice que vem assolando os tempos contemporâneos. Na primeira vista, o olhar perante a atitude de discriminar indivíduos ou grupos pela etnia, cor ou cultura, parece humanamente inviável. Entretanto, lamentavelmente o pensamento supracitado existe. Viabiliza-se algumas causas para isso acontecer, por exemplo: uma educação oriunda de raízes historicamente preconceituosas, influências emanadas em locais públicos e privados, entre outras. Substancialmente, notabiliza-se o racismo como um problema sério, e que, dessarte, deve ser amenizado - ou na melhor das hipóteses, extirpado de uma vez por todas.

Para combater uma adversidade, é mister ir direto as fontes da mesma. No caso do racismo - e de outros problemas similares, como a xenofobia, o antissemitismo e o preconceito com pessoas obesas - a hipótese da criação de uma matéria escolar específica para esses tipos de estorvilhos é interessante. Claro, a educação envolvendo esses temas tem gênese dentro de casa, com os familiares. Entretanto, nem todas as pessoas possuem uma educação adequada e saliente. Fato que engrandece a ideia de originar uma matéria inusitada no espaço escolar.

Outra possível solução se resumiria na criação de ONG’s e campanhas salubres, no qual teriam um papel de combater o racismo por meios inócuos: expondo cartazes, propagandas e outdoors. Tudo isso com o objetivo de atingir o maior número de pessoas possível.

Perfazendo, é notório que o racismo só poderá ser vencido a partir da conscientização humana, enfatizando o respeito e a empatia pelo próximo, e por esses grupos. Inclusive, vale a pena esclarecer - com o fito de intensificar a conscientização humana - que, ao contrário do que algumas pessoas pensam, o racismo não ocorre apenas com negros. Todavia, é perceptível que a maioria dos casos são relacionados aos afrodescendentes.