ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 28/06/2020

Como ocorre comumente nos Estados Unidos, foi registrada décadas passadas um dos mais diversos casos de violência policial e deterioração da justiça. Se trata de um homem que foi recebido a 45 tiros ao apanhar uma carteira que estava retirando de seu bolso. De acordo com o depoimento dos policiais, a carteira foi confundida com uma arma, justificando o ato. Embora, existem convenientes probabilidades de que o individuo possa ter tomado medidas hostis, porem estas chances são radicalmente mudadas quando relativos ao impulso incisivo tomado pelos oficiais. Portanto, estatísticas afirmam que casos de negros injustiçados pelos praticantes da lei e violentados por policiais são significamente maiores se comparados às pessoas com possuem certa intolerância a melanina. Dado isso, conclui-se que o preconceito tumultuante é claramente o fator responsável pelas marginalidades.

Ademais, observa-se que este tipo de comportamento pode ser explícito como implícito. Porém, independente de qual seja, ambos se ramificam às opiniões individuais a final de causar impacto visível na sociedade. Como diz Aristóteles, “o ser humano é um animal político”, ele embora suposto a quaisquer inconformidades éticas e morais tentará expressar seus ideais coletivamente por meio de atuações discretas. Entretanto, tal furtividade não é necessária sabendo que o governo e grandes influências vigentes que não apenas são incapazes de acarretar o controle da intolerância étnica mas alimentam o ódio. Visto isso, a grande liberdade dada por estes para a disseminação do preconceito é o fator raiz para as discrepâncias vividas pela comunidade.

Não apenas isso, mas o comportamento psicológico para atribuir esteriótipos, comportamentos primais ao elaborar atribuições cognitivas, generalizam a observação de valores, comportamentos, emoções e atitudes sem justificativa. Portanto, motivo do preconceito vigente. Visto isso, o ponto relevante é destacado pelo autor Rupert Brown em seu livro Prejudice, que afirma que grupos distintos tendem a permanecer indiferentes de forma generalizada mas indivíduos de mesmo esteriótipo ,pelo contrario, redundam suas aproximações para manterem-se incluídos e socialmente invulneráveis.

Por isso, muitos dos motivos para esse assédio étnico são justificados pelo tamanho poder e autoridade que grupos radicais possuem para inflamar seus esteriótipos. Logo, como melhor forma de combate e prevenção, cabe à imprensa e ao Ministério da Educação estabelecer as ações afirmativas como meio de degenerar as pertubações e reforçar, além da lei n°7716 do código penal, o ensino educativo para estabelecer valores éticos e morais para uma geração nascente em uma sociedade superlotada de informações. Desse modo, limitando tais ações, o Brasil poderá alcançar mais um passo de reconhecimento, estabelecendo a equidade e justiça àqueles que vivem justos.