ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 26/06/2020

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a persistência do racismo na sociedade brasileira hodiernamente verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Logo, essa problemática persiste intrinsecamente ligada á realidade do país seja pela deficiência educacional ou até mesmo pela intolerância enraizada na sociedade.

Em primeira análise, segundo filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele, o que nos leva a pensar que o homem não nasce racista, torna-se. Nesse contexto, a escola é o espaço formador e capaz, sobretudo, de oportunidade ao aluno a acesso as diferentes etnias encontradas perante ao corpo social. Dessa forma, desde a base educacional a escola não evidencia todas as variações de raças, acarretando o preconceito dentro das instituições. Assim, o papel da escola deveria ser incluir, mas geralmente há mais exclusão do que inclusão dentro das instituições.

Outrossim, a intolerância é o principal potencializador dessa problemática. Logo, o ser humano possui dificuldade em aceitar aquilo que é diferente do que julga ser ideal. De maneira análoga, a constituição de 1988, assegura direitos de igualdade e bem-estar individual a todos, entretanto, o preconceito racial viola esse direito.

Em virtude dos fatos encontrados, cabe ao ministério da educação em parceria com as escolas criar projetos vinculados ás diversidades raciais, como palestras, com o objetivo de interagir, conscientizar e fazer com que os alunos e principalmente familiares conheçam as mais variadas tonalidades de pele. Em paralelo, as mais diversas mídias, por meio de personalidades públicas combater esse tipo de preconceito tornando uma sociedade mais igualitária. Com isso, haverá reconhecimento e respeito diante desse assunto, estabelecendo uma cultura inclusiva.