ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 25/06/2020
É sabido que pessoas negras sofrem e são vitimizadas no território desde o Brasil colônia, quando trouxeram escravos africanos pelo tráfico negreiro no século XV. Por mais que a Lei Eusébio de Queirós, promulgada em 1850, proibiu que houvesse o tráfico, a escravidão em si prosseguia de maneira escrupulosa. O tempo passou, disponibilizou mudanças e, entretanto ainda há quem aja de forma desigual julgando pela cor e/ou etnia. Também há a má distribuição desses nas camadas sociais.
A desigualdade ocorre tanto de maneira direta, por meio da manifestação da violência física ou verbal, quanto de forma indireta, quando instituições promovem o preconceito. Cerca de 56,10% da população se declara negra, segundo pesquisa do IBGE e ainda não apresenta uma quantidade significativa no mercado de trabalho ou na vida política do país. Nelson Mandela disse certa vez: ”Que haja trabalho, pão, água e sal para todos.”, pedindo pela igualdade e bem comum.
Ademais, existe a falta de oportunidade que muitas pessoas negras possuem, como por exemplo ter acesso à escola e estudos, começar como qualquer outra criança começaria, sem dificuldades com transportes públicos ou até mesmo merendas. Algumas crianças se desenvolvem em periferias sem educação, podendo se envolver na criminalidade para conseguir um jeito de manter a vida.
Logo, é imprescindível que haja uma parceria entre governos e prefeituras, esses ofertando campanhas e palestras em escolas conscientizando desde cedo os alunos a não serem preconceituosos com qualquer pessoa, acatando as quaisquer diferenças que forem apresentadas, sejam elas tanto por cor como por etnia. Torna-se plausível também o investimento das redes de comunicação para realizarem, por meio de veículos midiáticos, a mentalização e flexão das pessoas que compõe a sociedade, fazendo com que essas desenvolvam o respeito para com os que são vítimas.