ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 30/06/2020

Na série de comédia americana " Brooklyn 99", o enredo conta a história do detetive Jake Peralta que é comandado por um sargento de polícia e um novo capitão da delegacia, ambos sendo personagens negros. Além de contar a história de Jake, temos a representatividade negra na série, com dois personagens ocupando cargos de poder e em contrapartida, temos a violência policial contra pessoas negras. Fica evidente que o assunto sobre violência é algo comum no Brasil, onde pessoas de pele mais escura são constantemente julgadas por sua cor e vistas de má forma.

Ao sermos apresentados à personagens negros com alto cargo polícia, a série nos mostra que pessoas negras possuem total capacidade profissional e por isso, não devem ser julgadas pela cor de sua pele.

No episódio Moo Moo, o sargento Terry é abordado por um policial branco durante a noite na própria rua de sua casa, o sargento estava apenas procurando o brinquedo de suas filhas. O policial que o abordou agiu de forma violenta e não o deixava falar, e apenas o liberou após ver no sistema que o sargento é policial e ainda fala que ele deveria andar com o distintivo, colocando a culpa do ocorrido no sargento. Cenas como essa são normais de acontecer na vida real por conta do racismo impregnado socialmente, onde pessoas negras são vistas de má forma e constantemente combatidas de forma agressiva pelos policiais.

Dessa forma, o Ministério da Justiça e Segurança Pública devem senteciar esses policiais à prisão e/ou suspensão do distintivo - com isso, haverá menos policiais que abusaram de seu poder - com tempo a critério do juiz. Detendo esses policiais através de denúncias e levando-os a um tribunal que os julgue de forma justa e correta - assim, podemos sonhar com delegacias sem policiais racistas -, à vista disso os números de casos de violência policial contra pessoas negras irá diminuir.