ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 03/07/2020

A “comunidade” negra no geral foi muito explorada e negligenciada desde o momento que foi traga para o Brasil pelos portugueses, para ser escravizada no período colonial. Somente no ano de 1888 conseguiu sua liberdade, porém, era apenas o início de uma luta por dignidade que infelizmente persiste até hoje. Uma vez que, foi posta as margens da sociedade, compondo a maioria da população que vive em condições precárias há muito tempo, e sendo alvo de constante discriminação. Dados do IBGE mostra que em 2015 três, em cada quatro pessoas da população mais pobre do Brasil, são negras, e a taxa se torna ainda mais preocupante quando visto que os brasileiros são composta maioritariamente por pretos e pardos. Isso reflete uma sociedade amplamente desigual, e tal aspecto dificultando o acesso a educação de qualidade para esses, que seria um dos caminhos para resolver o problema. Além disso, a população negra sofre diariamente preconceito. É alvo de críticas, piadas, agressões físicas e verbais, é excluída de grupos, e ainda, é negligenciada culturalmente, já que, seus costumes e ritos religiosos também são motivos de intolerância. Assim, o trajeto mais prático para combater esse cenário seria o respeito a miscigenação brasileira. E ainda, a falta de empatia configura-se como uma verdadeira lacuna para a amenização da discriminação racial. Nesse contexto, está claro que a questão do racismo, uma vez que a falta de empatia atrelada ao pensamento do homem contemporâneo faz com que muitos indivíduos cometam atos preconceituosos contribuindo, assim, para a permanência do lamentável quadro de segregação étnica, na sociedade brasileira. Sendo assim, para acabar com esse grave problema, é necessário que atitudes e medidas severas sejam tomadas pelo Estado e pela Educação. O Estado deve contribuir com políticas públicas que visem a proteção desses, a fim de punir os agressores. Além disso, deve garantir o inserimento dos negros, nas escolas e universidades, sendo a única medida capaz de resolver a desigualdade econômica do país. Somente assim é possível garantir uma sociedade justa e tolerante.