ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 03/07/2020
Falar sobre o racismo nos dias de hoje nos faz lembrar da história, onde por muito tempo a escravidão esteve presente no Brasil. Esse processo perdurou por muito tempo e só teve uma abolição em 1888. Havia um meio na qual os negros vinham para serem escravizados pelos portugueses e depois serem leiloados a donos de engenhos como mão de obra. Mesmo depois da abolição da escravatura, ainda há indícios de discriminação racial.
No Brasil, a vida das pessoas negras não é algo relativamente fácil devido ao problema de conseguirem um emprego, serem tratados com igualdade e manter o seu espaço. Por conta disso, dessa falta de espaço, eles se fixaram em áreas periféricas, de difícil acesso e longe de alguns pontos essenciais. Por causa da escravidão de pessoas negras, hoje em dia as pessoas relacionam a pele negra como se fosse algo ruim e passam a discriminar quem possui essa tom de pele e além disso, eles não possuem seus direitos respeitados. Muitos ainda não tem o seu valor reconhecido e sofrem preconceito diariamente.
De acordo com a Constituição Federal em seu artigo 5 fica determinado que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza […]” ou seja, após essa lei, há ter uma noção de que independente de cor e raça, todos devem ser tratados iguais sem nenhum tipo de preconceito. Porém existem pessoas que não praticam esse ato de igualdade e tratam pessoas negras com desigualdade, para esse tipo de situação que a educação deve ser posta em prática, deve ser iniciada dentro das famílias e ensinadas a serem empáticos dentro da sociedade.
Com o objetivo de combater o racismo no Brasil, poderiam incrementar histórias afro-americanas no currículo escolar e conscientizar sobre a importância dos negros, valorizar a cultura e a eles também, que são responsáveis por grande parte da cultura brasileira. Além disso, abrir mais oportunidade no mercado de trabalho e quebrar esse paradigma de não contratarem pessoas negras, para que assim eles consigam sair das zonas periféricas e o mais importante, praticarem igualdade na sociedade.