ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 12/07/2020
De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o número de pessoas negras assassinadas no Brasil, é 132% maior do que de pessoas brancas. Esse dado expõe a gravidade do racismo existente no âmbito social brasileiro; tendo de haver alterações, começando pela reeducação e conscientização juvenil, e a realização de atividades de resistência ao racismo
Apontando a nova dinâmica escolar e percepção para apresentar aos jovens, a nova geração requer o entendimento de determinados favorecimentos, como entender que a meritocracia é uma ação utópica na sociedade atual. A compreensão dos privilégios, o conhecimento a partir da literatura e, até mesmo, a participação de movimentos antirracistas; levará à conscientização juvenil. Uma vez que diante ao racismo, de acordo com a filósofa Djamila Ribeiro “Todo mundo sabe que existe, mas ninguém acha que é racista”.
Denotando ao relatar as ações de relutância racial, a violência nem sempre deve ser a primeira opção - manifestações pacíficas e a resistência da comunidade. Como por exemplo a adesão de cotas raciais, sendo adotada primeiramente pela Universidade do Estado de Rio de Janeiro (UERJ) em 2003 e, um tempo depois, o Poder Legislativo criou leis específicas para o sistema de cotas sendo elas a Lei nº 12.711/2012 e a Lei nº 12.990/2014.
A partir disso, é perceptível que há diversos problemas que favorecem com a permanência do racismo na sociedade brasileira contemporânea. Sendo assim, o Poder Legislativo, que tem como função a elaboração e fiscalização de leis, deve então, elaborar leis e julgar a representatividade negra dentro da mídia. Trazendo assim, o aumento de atores e atrizes, jornalistas e até mesmo brinquedos, que façam com que a comunidade negra se sinta inclusa na sociedade brasileira.