ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil

Enviada em 12/07/2020

Ao longo do processo de formação do âmbito social, criou-se a obra “casa-grande&senzala”, concebida pelo sociólogo Gilberto Freyre, na qual apontam fatos fundamentais para se compreender a história e composição da sociedade brasileira, através de uma antropologia cultural norte-americana. Dentre elas, destaca-se a investigação da origem promiscua, e da exacerbada sexualidade designada aos indígenas e escravos, frisando o patriarcalismo vindas de homens brancos,  onde cultivavam sentimentos de posse em relação as escravas, resultados vistos atualmente com a herança escravocrata legitimada.                                                                       Embora a Constituição de 1988 garante como crime o racismo, percebe-se que, na atual veracidade brasileira, não há o cumprimento dessa conduta, principalmente no que diz respeito ao convívio de etnias variadas. Tal fato contém anuência devido atos intolerantes perante a sociedade, ou pela violência excessiva aos homens e mulheres pretos, de acordo com informações do Ipea (Pesquisa Econômica Aplicada), onde 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são pretos, evidenciando falhas técnicas.              Em primeiro plano, a ineficiência do Estado em repudiar e garantir a segurança em relação aos índices discrepantes da desigualdade, confirmam crescentes mortes por feminicídio. Entres 2003 e 2013, o número de mulheres negras assassinadas cresceu 54%, ao passo que de brancas caiu 10% no mesmo período de tempo, segundo informações do Mapa da Violência 2015. Nesse sentido, observa-se que o patriarcalismo se faz presente na sociedade brasileira, por Gilberto Freyre, no livro Casa-grande&senzala, até os dias atuais, comprovados nos dados.                         Portanto, torna-se evidente que racismo é um assunto vasto e por vezes sútil, mas intolerante e perigoso à sociedade. Dessa forma, o Ministério da Educação-órgão responsável pela manutenção de instituições públicas- junto aos telejornais, promovam palestras voltadas principalmente ao ensino de Base, ou seja, Base Comum Curricular, reforçando a identidade e cultura negra no Brasil, para maior conscientização.