ENEM 2016 - 2ª Aplicação - Caminhos para combater o racismo no Brasil
Enviada em 15/07/2020
A concepção de racismo condiz ao conjunto de crenças que estabelece uma hierarquia entre etnias e raças distintas, em outros termos, embasado na discriminação com base em percepções sociais baseadas em diferenças biológicas entre os povos, de forma consciente ou não, junto de atitudes agressivas de preconceito extremo. Assim, é perceptível que os cidadãos pretos resistem à margem das ocupações de “crédito” no âmbito contemporâneo brasileiro, decorrente do desumano racismo estrutural e ao impiedoso racismo institucional. Evidentemente, é essencial compreender como essa hostilidade requer medidas solucionadoras.
Preliminarmente, averígua-se o racismo estrutural consequente da ausência de inclusão dos pretos libertos, a sociedade, visto que a abolição da escravatura se sustentou em medidas legislativas, como a proibição de escolarização e também da posse de terras por negros. Desta maneira, demonstra-se conseguinte dessa estruturação histórica do preconceito, que o ensino superior é exprimido por menos de 40% de pessoas pretas, além disso a porção que conquista a graduação é ainda mais inferior, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Simultaneamente, do mesmo modo o racismo institucional, subsequente do contexto pós- abolicionista, caracterizando o tratamento distinto consoante com a etnia, recorrente nas instituições, associações, grupos sociais e entre outros. Dessa forma, conforme as estatísticas propagadas pelas mídias virtuais, identifica-se que a ocupação de menos de 10% dos cargos socialmente relevantes por pretos, ainda que constituam mais da metade do coletivo brasileiro. Assim, é notório que a desigualdade que se baseia em raça na qual ocorre em instituições como órgãos públicos governamentais, corporações empresariais privadas e universidades até este momento é duradouro. Entretanto, segundo a citação do Immanuel Kant, “O homem é aquilo que a educação faz dele”, portanto seria acessível e assim exige que o MEC (Ministério da Educação) determina como obrigatoriedade de debater as questões raciais nas instituições, através de educadores e materiais didáticos qualificados, a fim de converter os universitários e seus familiares instruídos acerca dos recursos de combate a essa mazela. Logo, idealizar as pequenas atitudes de uma comunidade anti-racista.